domingo, 13 de maio de 2012

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Lagarta e crisálida
Afetam-se pelo afeto
Natural caminho




sexta-feira, 11 de maio de 2012

A Zebra




Para alguém que gosta de zebras



Naquela velha casa vive a zebra
Vinda de algum lugar muito distante
Sem o vício pedante mostra febra
Ao permitir ser vista como estante.

Não se via o exótico do animal
Fantástico que se era, raridade
Um bicho nunca fora, sentimental
Em sua exuberância na cidade.

As marcas pretas em sua tez branca
Lembrava ainda mais a diferença
Ofensa torpe ver com tal descrença.

Feliz do homem que a visse com querença
E elegante fosse a casa na panca
Deixar o amor fluir sem qualquer tranca.   


quinta-feira, 10 de maio de 2012

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No seu ninho verde
Tucano dormiu mais cedo
Amanhã tem mais

quarta-feira, 9 de maio de 2012

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Engraçado sentimento
Escrever comecei
Tampouco terminei




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Noite fria e gélida
Não altera o coração_______
Inimaginável






terça-feira, 8 de maio de 2012

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Inverno esfria
Sono que não silencia
Não quero dormir




domingo, 26 de fevereiro de 2012

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Pela sucupira
Cupins fazem suas casas
Não há que falar






sábado, 25 de fevereiro de 2012

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O silêncio é tagarela
Na tarde de sol
Sussurra sem som

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

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Pelo pensamento
Escorre molenga a dúvida____
Decepção sobra






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