domingo, 14 de dezembro de 2014

Sobrevivência



Escrevo agora
Nesta maldita hora
Que é pra não ir embora

Sobrevivência
Peço clemência
Que é pra não virar demência

Já chorei o Atlântico
Do Pacífico fiz um cântico
Que é pra não me ir com afinco

Acho fácil graça
Onde haveria desgraça
Que é pra não perder a esperança

Morre em meus versos
Cada ramalhete de tirsos
Que é pra não me ferir em vidros

Escrevo para não morrer
Seria o ponto final em fenecer
Que é pra Poesia não esmorecer

Um comentário:

  1. Oi, Cristiano!
    Escreva poeta, escreva... rs.
    Boas festa para você e seus amadinhos!
    Beijus,

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