Do parcel de mágoa
Partem pólipos ardis
Na direção do peixe.
Ora que deleite!
Blindar-se de infeliz
Ao gritar "me deixe".
Presos ao círculo neurótico
Ora magoa, ora magoado
Conduzem o coral marinho
Para além mar.
Sentimentos não são pórticos,
Enlaçam-se num emaranhado
Finalmente transmutado em carinho
Para quem pode amar.