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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Chica Bum






La Chica Bum



Quando entro em casa
O pulo é garantido
Patas que sujam o resto da roupa

Ao tomar banho
Espera fora do banheiro
Pra mais um pulo escorado

Ao fazer o jantar
Não sai de perto
Devora pedaços caídos

Sua vez de jantar
E só come assistida
Afago que dou na querida

Hora da leitura antes de dormir
Vai pra caminha ao meu lado
E ronca antes de mim

Chica Bum é o seu nome
Minha vida mudou com ela
Alegria de vê-la, minha cadela

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A Companheira







puxou ao dono, adora uma rede
Acordado por pesadelos
Grunhidos de proteção ao meu lado
Alma penada?

Minha companheira não latiu
Ela aprendeu a não latir
Mas grunhiu ao escuro do quarto.

“Que foi Chica?”, perguntei sonolento.
O Gr dela deu lugar a abanadas de rabo
E o focinho na minha cara.

“Que foi Chica?”, alisei seu focinho gélido
Rabo alegre a me cortejar
“Querida, vá dormir”, afaguei seu crespo pelo.

No entanto voltou a rosnar
Nada no escuro
Talvez tudo, vai saber...

A certeza que tenho
É de ter uma companheira
Capaz de devorar dragões em meus pesadelos.


Cristiano Melo, 01 de Junho de 2009.

sábado, 9 de maio de 2009

La Chica

Chica, ó menina de piercing na sobrancelha,
Tu és bela e de uma profunda nostalgia
Que escondes com o olhar sorridente.

Mas eu te vejo Chica,
Sim, te vejo, e entendo menina,
Que tu tiveste teus percalços e caíste.

Tu que tens o cabelo pintado, as unhas esmaltadas,
Tatuagens em tua alva pele, ó Chica,
Não percebes que te percebo?

Sim, te acompanho, mesmo quando desligas o telefone
Fugidia do mundo e do cotidiano.
Não te perturbes, por favor, me aceite.

Dá-me tua mão e ouvidos
Deixa que te mime um pouco
Durma em meus braços e suavize os vincos da testa.

Por um momento, Chica, que seja um segundo apenas,
Permita-me afagar teu ser iluminado
Que percebo em ti mais que em qualquer outro ser.

Aceita-me Chica, sim eu te vejo!

Cristiano Melo, 08 de maio de 2009.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

CHICA


Cadela de nascença,
Cachorra de nome,
Chica de batismo
Alegre por natureza.
Fêmea efêmera em tempo,
O tempo passa mais apressado aos cães
Mas não por isso deixamos de aproveitar,
Cada momento juntos.
Um amor assim,
Completamente entregue,
Sabe-se lá os motivos de karma
Mas és bem-vinda
Em minha vida

Minha Chica querida!
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