quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
O Rugir do Silêncio
E eis que a prisão neste mundo
Deixa-me incompleto e mudo
Se o silêncio fala demais
Moribundo, o meu hurra; ruge.
Com celas de pétalas dos rosais
A encarcerar tudo ao redor, foge!
Tudo dentro do silêncio que me come
Devora e destrói o que não se constrói
A alma não está mais incólume
Sem aquela estória de sentir o coração.
E eu, meu bem, já morri
Não me procures mais
Já me fui, corri
Para além do cais.
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