
Do mito da caverna,
Espelho-me agora
Fora da quarentena.
O que me espera lá fora?
A noite serena,
O dia que estopora?
O medo do desconhecido
Entre travesseiros encolhido.
A porta da gaiola foi aberta
A caixa de pandora rebenta.
Dá um colírio, uma máscara
Prenda o fôlego e encara.
A sorte mazelada
Da boca amarelada.
Fico!
Cristiano Melo, 08 de Julho de 2009.
Espelho-me agora
Fora da quarentena.
O que me espera lá fora?
A noite serena,
O dia que estopora?
O medo do desconhecido
Entre travesseiros encolhido.
A porta da gaiola foi aberta
A caixa de pandora rebenta.
Dá um colírio, uma máscara
Prenda o fôlego e encara.
A sorte mazelada
Da boca amarelada.
Fico!
Cristiano Melo, 08 de Julho de 2009.