
O medo congela
De todas as maneiras de pensar
O temor que paralisa,
Toma a alma de inércia, corpo fica.
O que de mais vil para se boicotar
É restar imovel, paralisado
A vida cobra movimento
Com lágrimas, não pare.
Aprende a fuga da realidade
Em tenra idade
Vício de permanecer no hábito
Garantia fantasiosa de jeito.
Começar o movimento, desde o momento
Em que o medo imobiliza
Espere a ponta e deslize
Desenrole a linha emaranhada de argumento
Drogas licitas e ilicitas corroem
Meditar ajuda a respirar
O medo por entre brumas
Alma que busca se libertar.
Não deixe a vida como está
Nem como ela é
Crie, recrie.
Guarde a morte como amiga.
E viva!
Cristiano Melo, 23 de Junho de 2009.
De todas as maneiras de pensar
O temor que paralisa,
Toma a alma de inércia, corpo fica.
O que de mais vil para se boicotar
É restar imovel, paralisado
A vida cobra movimento
Com lágrimas, não pare.
Aprende a fuga da realidade
Em tenra idade
Vício de permanecer no hábito
Garantia fantasiosa de jeito.
Começar o movimento, desde o momento
Em que o medo imobiliza
Espere a ponta e deslize
Desenrole a linha emaranhada de argumento
Drogas licitas e ilicitas corroem
Meditar ajuda a respirar
O medo por entre brumas
Alma que busca se libertar.
Não deixe a vida como está
Nem como ela é
Crie, recrie.
Guarde a morte como amiga.
E viva!
Cristiano Melo, 23 de Junho de 2009.