quarta-feira, 23 de abril de 2014

Não à paz



Uma guerra existe quando não se tem conhecimento de quando iniciou. confusão. raiva. medo. espanto. incoerência. deslealdade. traição. injustiça. amoralidade. rancor ________ torcidas destorcidas



o amor fenece feito água parada em uma poça. possa. nossa _______________________________ troça à desgraça alheia



fosse bicho o homem haveria paz entre humanos. pais. fraternidade. carinho.oposto é o que se tem de fato


fato. fato. fato. fatal __________________________________ surdez a quem ainda sobrevive ao movimento de massas falidas. morte a eles. mudez pode te salvar da sorte. vivo por mentir. omitir. esvair a verdade


há sim à guerra quando não se reconhece mais seu amigo como o é. é. triste realidade de quem vive na humanidade ou seria desumanidade? cidade


ilusão
tudo
a mais pura ilusão ____________________________________ não.








sábado, 12 de abril de 2014

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Nas quatro estações
Sangue quente esfria ___________
A saúde vem e vai




quinta-feira, 10 de abril de 2014

Cigarros





Apaga a brasa do cigarro
Paga
Pega
Ideias soltas
Pontilhados etéreos
Vida cinzenta
Sem alma enquanto
Por quanto
Entretanto
Fume
Acenda a vida
A morte vem junto
Inseparáveis
Fato da afiada lâmina
Foice querida
Por si
Não apaga
Traga mais
Fumo
Tanto só
Apagado
Obrigado!



quarta-feira, 9 de abril de 2014

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Demorada chuva
Encharca a todos os bichos ___________
Brilha a pele seca




Licença poética




Quando a licença poética é compreendida pelo leitor
Como que escrito para si, é porque ele se identificou;
Viu-se lá, por entre as linhas labirínticas de um poema livre.

Um poema tem vida própria e várias inspirações
Há de se ter asas para imaginar com as letras
Isso vem desde as musas sussurrando aos seus eleitos.

Dar-se tanta importância por pensar que versos são escritos para si
É uma armadilha fantasiosa, sem jaulas nem paredes...
Só a imaginação. Fértil, do próprio leitor.

Para poetas, esta identificação é importante e atraente!
Cheia de significados e enriquecedor. Talvez o ar de quem verseje.
Versos são livres, não possuem donos, nem mesmo o Poeta.

Quanto mais um leitor pegar para si, tal contenda.
Que a liberdade poética não seja tolhida por quem se vê demais.
Por quem é demais em tudo, que se considera até o dono do poema.


Liberdade às letras!



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