Caro leitor, mais uma vez participo, divulgo e convido do/ao
BookCrossing Blogueiro capitaneado pela queridíssima Luma. A ideia é simples,
solte um de “seus” livros em qualquer lugar público e escreva que este livro
está ali para ser lido e depois deixado para ser encontrado e lido por outra
pessoa e... Dar asas ao livro para encontrar leitores. Ler é uma aventura, o
livro também pode viver uma. Pratique o desapego e participe do 7º BookCrossing
Blogueiro e para deixar ainda mais interessante, fotografe a sua “soltura” e
poste na página do Face Book ou no blogue da Luma. Já tenho ideia do que irei
libertar desta vez. Lembrando que o período desta edição será de 8 a 16 de
Novembro de 2013.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Interlúnio
imagem de American Horror Story, FOX
Coligia chorrilhos de contrição
Lançados
aos ladrilhos macambúzios.
Compungir-se
de feitos, ora não!
Quebrantar
tinos ditosos, ora vazios!
Amedrontado
por fantasmas,
Por
humanos, por micro-organismos,
Por
células, genes, enzimas...
Regozijava-se
em pular abismos.
Ciclo
ininterrupto da vida é
A raiz de
seus infortúnios.
Interrompida
fosse, como em interlúnios,
Poder-se-ia
caminhar com o próprio pé.
Parar ou
continuar, eis aqui um impasse!
Se vais ou
não sustentar suas escolhas
Malditas
ou não, seria bom que chorasse
Pela
sórdida mão estendida cheia de bolhas.
Pudesse
fugir, para onde iria?
Vermes
acompanham de perto
A hora de refestelar-se
com alegria
Daquela
alma perdida por certo.
Pudesse
gritar, quem ouviria?
A família
pronta para te internar?
Ou o cachorro
lambendo a virilha?
Nada que
faça irá modificar.
Pudesse
morrer, morreria.
Sem o tempo
no teu calcanhar
Nem a
lembrança da selvageria
Que é
tentar o outro aceitar.
Passo!
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Diagnóstico
Algo de estranho começa a acontecer.
As pernas já não te levam para onde queres,
As mãos entortam os dedos quebrados em halteres,
A coluna dói e finda por endurecer.
De súbito, nem sabes como, muito menos quando;
Já estás a receber veneno na veia para melhorar.
Veneno! Este é o tratamento daquilo estranho a lhe dar
Melhora de um lado, piora do outro, um espanto.
Trôpego, tropeçando nas pernas recebe o diagnóstico:
Letras, números e uma doença com nome impronunciável...
E a pergunta na cabeça zonza, de que serve o nomeável?
Alívio ou cura não existem para algo deveras fatídico.
Incurável, grave, autoimune e tens que aprender
A aceitar que terás de tomar veneno o resto da vida.
O que lhe sobra dela, até o anoitecer,
Quando a morte talvez lhe cure a ferida.
Talvez!
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rimas livres
terça-feira, 29 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
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